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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Texto Inicial

Decidi criar este blog para tentar organizar alguns postings sobre assuntos que eu tenho compartilhado na internet, seja por meio de noticias coletadas e arquivadas, mas que todos deveriam saber, seja sobre assuntos técnicos que vejo e participo na comunidade do orkut Engenharia de petróleo, do professor da PUC-RJ Luis Rocha (quem eu não conheço pessoalmente).

É de caráter experimental, mas espero que seja bem aceito e conte com a participação de pessoas interessadas em adicionar.
Saudações rubro-negras a todos!!!
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Luciano da Costa Elias
Eng. Quimico
EQ/UFRJ 92/1
CBS 301/91

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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

184 poços para capitalização ANP !!! Muito trabalho a frente!!

Noticiário cotidiano - Geral
Qua, 22 de Setembro de 2010 07:36

Áreas incluídas na operação vão produzir 2,126 mi de barris por dia

Volume é semelhante ao produzido atualmente; início da extração exige 14 novas plataformas, e mais de US$ 18 bilhões

DO RIO - As áreas do pré-sal incluídas na capitalização da Petrobras terão capacidade de produção de 2,126 milhões de barris por dia, volume semelhante ao produzido atualmente no país, em torno de 2 milhões de barris por dia.
Mas, para que comecem a produzir, será necessária a construção de pelo menos 14 novas plataformas, que seriam conectadas a 184 poços.
Os dados constam do relatório da Gaffney, Cline & Associates, consultoria contratada pela ANP para fazer a avaliação das reservas para a capitalização da Petrobras.
Em valores correntes, para a construção dessas plataformas seriam necessários US$ 18,5 bilhões (R$ 31,8 bi).
Franco, o maior prospecto incluído no processo, necessitaria, por exemplo, de seis unidades com capacidade de produzir, cada uma, 150 mil barris por dia, para a exploração dos 5 bilhões de barris em reservas estimadas. As plataformas seriam conectadas a 62 poços de produção.
A conta considera o volume total das reservas identificadas. O governo, no entanto, contabilizou apenas parte delas na cessão à Petrobras. Para o prospecto de Franco, por exemplo, foram incluídos pouco mais de 3 bilhões de barris.
O governo estipulou o custo médio de US$ 8,51 por barril nas reservas avaliadas. A consultoria da ANP indicou preço médio de US$ 9,52 para as seis áreas incluídas na cessão onerosa.
Ao todo, a Gaffney, Cline & Associates estudou dez áreas e estipulou US$ 8,54 médios por barril. Para o prospecto de Franco, a consultoria da ANP avaliou cada barril a US$ 10,44. A capitalização levou em conta o barril da área por US$ 9,04.

ESTUDOS
Além do relatório da Gaffney, foi consultada também uma avaliação da consultoria DeGolyer & MacNaughton, que foi contratada pela Petrobras.
Esse estudo teria estipulado valores menores para o preço do barril da capitalização. O governo determinou os valores baseado nas duas interpretações.
O relatório confirma que o prospecto de Libra é o maior identificado nas pesquisas recentemente feitas.
As reservas são estimadas em 7,88 bilhões de barris. O prospecto ficou de fora da cessão onerosa.
Na semana passada, o governo confirmou que pretende incluir Libra no primeiro leilão sob o sistema de partilha, que ainda precisa ser aprovado na Câmara.
O prospecto, com 727 quilômetros quadrados de área, vai exigir a construção de nove plataformas, com produção de até 150 mil barris por dia para cada unidade, total de 1,3 milhão de barris por dia. Isso implicaria, somente em plataformas, um investimento de US$ 13,5 bilhões.

Fonte: Folha de S.Paulo/CIRILO JUNIOR

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