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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Texto Inicial

Decidi criar este blog para tentar organizar alguns postings sobre assuntos que eu tenho compartilhado na internet, seja por meio de noticias coletadas e arquivadas, mas que todos deveriam saber, seja sobre assuntos técnicos que vejo e participo na comunidade do orkut Engenharia de petróleo, do professor da PUC-RJ Luis Rocha (quem eu não conheço pessoalmente).

É de caráter experimental, mas espero que seja bem aceito e conte com a participação de pessoas interessadas em adicionar.
Saudações rubro-negras a todos!!!
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Luciano da Costa Elias
Eng. Quimico
EQ/UFRJ 92/1
CBS 301/91

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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Petrobras: esclarecimentos sobre diversas notícias da midia


Esclarecimentos                                                                                                   fonte: site de relacionamentos com o investidor da Petrobras

Rio de Janeiro,1 de setembro de 2008 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, em resposta ao ofício CVM/SEP/GEA-2/Nº 210/08, sobre as notícias, veiculadas no Jornal do Commércio e Valor Econômico em 29.08.2008, esclarece que:

 

1.        Jornal do Commércio "Petrobras vai investir US$ 30,9 bi em refinarias - Combustíveis - Plantas no Nordeste contarão com alta tecnologia no processamento do óleo pesado produzido na Bacia de Campos. Primeira unidade deve começar a operar em setembro de 2013"

       

A Companhia divulgou amplamente através de comunicados ao mercado, que foram arquivados no sistema IPE e divulgados concomitantemente no site de relações com investidores da Companhia (www.petrobras.com.br/ri), nos dias 10 e 16 de junho de 2008, onde manifestou a intenção de estudar, em conjunto com o Estado do Ceará e do Maranhão, a possibilidade de instalação de refinarias Premium, com capacidade de processar 300 mil bpd e 600 mil bpd, respectivamente, onde as Partes se comprometeram a assinar Memorando de Entendimentos que estabelecerá as premissas iniciais para a atuação das Partes na implementação dos empreendimentos.

 

A intenção de instalar as supracitadas refinarias ainda encontra-se em fase de avaliação e de definição das premissas e os Memorandos de Entendimentos ainda não foram assinados. Esses possíveis investimentos não constam do atual Plano de Negócios para o período de 2008-2012, que está em sua revisão anual, e que será divulgado após aprovação.

 

2.        Jornal do Commércio "Produção de etanol em 2009"

 

Em 14 de agosto de 2007 a Petrobras editou comunicado ao mercado com seu Plano Estratégico 2020 e Plano de Negócios 2008 – 2012, sendo divulgado posteriormente como Fato Relevante em 16 de agosto de 2007 e publicado nos jornais Editora JB - SP, Jornal do Commércio e Valor Econômico, ambos arquivados no sistema IPE, e divulgados concomitantemente no site de relações com investidores da Companhia (www.petrobras.com.br/ri).

 

As informações veiculadas constam do Plano de Negócios 2008-2012, que envolve investimentos de US$ 1,5 bilhão na área de Biocombustíveis, com a meta de exportação de etanol em 2012 de 4,75 milhões de m3/ano.

 

Jornal do Commércio "Busca de sócios em usinas"

 

Recentemente a Petrobras criou a subsidiária Petrobras Bicombustíveis S.A., fato amplamente divulgado ao mercado e arquivado na CVM. A empresa ficará responsável pelos investimentos na produção de bicombustíveis e tem como prioridade prospectar negócios nos mercados de etanol e biodiesel. A busca de parcerias para a produção de etanol e biodiesel é atividade pertinente à nova empresa, conforme já colocado em diversas oportunidades.    

 

3.        Jornal do Commércio "PDVSA busca sócios para investir US$ 15 bi - Expansão –Estatal venezuelana alocará US$ 3 bi por ano na criação de empresas nos setores de hidrocarbonetos, elétrico, insumos, informática e telecomunicações".

 

A Petrobras está permanentemente atenta as oportunidades de negócios em atividades de petróleo, gás natural e energia, que podem ser constituídos 100% Petrobras como também através de parcerias. No entanto, não possuímos atualmente informação relevante de parceria com a companhia PDVSA, exceto a construção da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, conforme divulgado amplamente ao mercado em 26 de março de 2008.

 

4.        Valor Econômico - "Petrobras pode alterar investimentos",

 

Conforme acima dito, a Petrobras revisa anualmente seu Plano de Negócios e o plano de investimento, com intuito de ajustar o plano às demandas de mercado e premissas macro-econômicas, incluindo a revisão da carteira de projetos. Assim que a revisão do plano for aprovada pelo Conselho de Administração, daremos ampla divulgação ao mercado.

OGX faz levantamento sísmico de blocos na Bacia de Campos

Fonte: Redação TN Petróleo - Data: 05/09/2008 10:25

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Mais nova companhia petrolífera brasileira, a OGX inicia este mês o levantamento sísmico dos sete blocos sob sua concessão na Bacia de Campos, localizados próximos aos campos de Polvo (operado pela Devon Energy), Peregrino (HydroBrasil/Statoil), Maromba e Papa-Terra (Petrobras). Para isso vai utilizar um dos mais modernos navios de sísmica do mundo, o Ramform Valiant, da GPS.

 Dotado de posicionamento dinâmico, autonomia de 110 dias e capacidade para até 20 cabos – aumentando a eficiência do levantamento sísmico – o navio partiu do Rio para a Bacia de Campos esta semana, com a tarefa de realizar, nos próximos dois meses, a sísmica de uma área total de 2,136 mil km². O início do trabalho faz parte da estratégia da OGX, criada em julho de 2007, que prevê iniciar as perfurações dos primeiros poços em setembro de 2009.

 Por isso mesmo atraiu o interesse dos analistas do mercado financeiro convidados para visitar o navio, juntamente com a reportagem da TN Petróleo, em uma visita que foi acompanhada pelo presidente da OGX, Rodolfo Landim, Francisco Gros, vice-presidente do conselho, o diretor de Produção e Desenvolvimento, Reinaldo Belotti, e o diretor financeiro e de Relações com Investidores, Marcelo Faber Torres.

 Potencial conhecido

 Os blocos da OGX na Bacia de Campos estão em áreas adjacentes a campos com reservas substanciais, entre provadas, prováveis e possíveis, como Polvo (aproximadamente 285 milhões de boe), Peregrino (em torno de 500 milhões de boe), Papa-Terra (700 milhões de boe) e Maromba (245 milhões de boe). Parecem pequenos perto do gigantismo do pré-sal, mas são reservatórios atraentes para qualquer companhia de petróleo.

 Na realidade, estes blocos estão em uma área na qual a Petrobras já perfurou poços no passado, encontrando indícios de petróleo, que, na época não apresentavam condições de comercialidade. Assim o diretor de Produção e Desenvolvimento da petroleira, Reinaldo Belotti, explica porque a expectativa da empresa é iniciar a produção de óleo na área já em 2011, sem ainda ter perfurado um único poço. E é de 2,5 bilhões de boe o volume de óleo que a empresa espera encontrar, levando em consideração um Estudo de Viabilidade elaborado pela DeGolyer & MacNaughton, sobre os Recursos Potenciais Riscados Líquidos da OGX nestes blocos. A OGX é a operadora de cinco (100%) dos sete blocos da Bacia de Campos, sendo os outros dois operados pela sócia Maersk (50%).

 Cronograma abrangente

 Belotti afirma que logo após a perfuração do primeiro poço na Bacia de Campos, a empresa vai para a Bacia de Santos, uma vez que está reprocessando os dados sísmicos sobre esta área adquiridos da CGG Veritas. A empresa é operadora nos quatro blocos próximos à área de Mexilhão, que foram adquiridos na nona rodada de licitações da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Anp), realizada no ano passado. A petroleira tem ainda 50% em um quinto bloco, com cerca de 800 km², adquirido por meio de processo de Farm-in, mas que ainda está sujeito a aprovação da Anp, o qual deverá deliberar com todo cuidado, uma vez que há informações de que estaria numa área do pré-sal, onde a Petrobrás localizou jazidas gigantes.

 As atividades de sísmica vão começar também no Espírito Santo, em uma área de 1,9 mil km², que abrange os cinco blocos sob sua concessão, nos quais perfurações passadas indicaram a presença de petróleo leve na região. Estes blocos, no qual a OGX detém 50%, são operados pela sócia Perenco (que tem os outros 50%). Isto se deve ao fato da OGX, que estreou última rodada, não ter obtido qualificação A (que é a da Perenco), que habilita uma empresa a operar em qualquer bloco oferecido naquele leilão. Como operadora B, está qualificada a operar apenas em blocos situados em águas rasas e em terra.

 Situação que a empresa pretende mudar nos próximos leilões, com uma programação exploratória abrangente: ela já requereu ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) a Licença de Pesquisa Sísmica (LPS), para três dos cinco blocos que controla (100%) na Bacia Pará-Maranhão. Uma vez que a qualificação A é dada a quem acumula experiência comprovada em qualquer condição de profundidade, a OGX quer começar a marcar pontos o quanto antes, apostando no time de profissionais que "prospectou" na Petrobras: do presidente, Rodolfo Landim, aos diretores de Operações e E&P, Paulo Mendonça, a Belotti e outros profissionais que integraram o time da estatal em uma das mais bem sucedidas campanhas exploratórias de todos os tempos. Sem contabilizar ainda o pré-sal. Mas isto é outra história...da qual a OGX quer fazer parte.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

XISTO e Óleos Pesados


Recomendo a leitura em "Notícias Compartilhadas" do assunto referente ao Xisto no Blog do Wagner Victer. Realmente este tipo de óleo (de argilas betuminosas), aliado ao óleo extraído de areias betuminosas e os óleos pesados incrementariam muito as reservas mundiais de óleo. (quem tiver dados, mesmo estimados, das reservas destes minerais seria um bom dado para adicionar).
Com os preços do petróleo cada vez mais altos, as tecnologias para extração destes óleos tornam-se cada vez mais viáveis, pelo próprio desenvolvimento das mesmas, e as reservas tendem a aumentar. Sem contar o desenvolvimento de tecnologias alternativas de produção de energia.
 

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

BMS-11: Tupi e Iara

Descoberta nova acumulação de óleo leve no Pré-Sal situado no litoral do Rio de Janeiro

Redação

Rio de Janeiro, 18:38 7/8/2008 - A Petrobras informou ao mercado, logo após o fechamento da Bolsa, que o consórcio formado pela Petrobras (65% - Operadora), BG Group (25%) e Galp Energia (10%), para a exploração do bloco BM-S-11, em águas ultraprofundas da Bacia de Santos, comprovou a ocorrência de mais uma jazida de óleo leve, com densidade em torno de 30º API, nos reservatórios do pré-sal.

O bloco BM-S-11 é composto por duas áreas exploratórias. Na maior delas foi perfurado o primeiro poço 1-BRSA-369A-RJS (1-RJS-628A), informalmente chamado de Tupi, que resultou na descoberta anunciada em 11 de julho de 2006, e cujo Plano de Avaliação aprovado pela ANP encontra-se em execução .

O novo poço, denominado 1-BRSA-618-RJS (1-RJS-656), informalmente conhecido como Iara, localiza-se na área menor do bloco original (cor verde no mapa), a cerca de 230 km do litoral da cidade do Rio de Janeiro, em lâmina d''água de 2.230 metros. O poço ainda encontra-se em perfuração, na busca de objetivos mais profundos.

A descoberta foi comprovada através de amostragem de óleo leve por teste a cabo, em reservatórios localizados em profundidade de cerca de 5.600m, e comunicada à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta data.

Após a conclusão do poço, o Consórcio dará continuidade às atividades e investimentos necessários para a verificação das dimensões da jazida e das características dos reservatórios de petróleo através do encaminhamento de um Plano de Avaliação à ANP, conforme previsto no Contrato de Concessão.